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identidade digital


Posso me apresentar...

Sou Mauro Medeiros,

ator, diretor e dramaturgo,

trabalho também em tv, onde sou reporter de um programa e

vez ou outra, diretor de alguns quadros, relacionados a elenco e interpretação...

enfim, aqui aos poucos vou me apresentando e mostrando a minha poesia e

as histórias que tenho para contar.

E assim vou me comunicando com quem me buscar.

 



Escrito por Mauro Medeiros às 13h57
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Uma foto...

Vejo na criança que escondo

atrás dos olhos que fecho

um caminhar ainda sem o peso das horas,

deixo na criança marcas das asas

que brotam das minhas poucas penas,

levo ainda em vôo

essa criança a um céu

de onde nos tantos anos observará

vôos lentos e curtos,

tenho na criança dos meus olhos fechados

as flores que não vejo

no jardim de onde colho as pétalas abandonadas no chão,

sou da criança

quem me vejo

em vôo...

além dos olhos fechados



Escrito por Mauro Medeiros às 14h27
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Criança...

 

- Dei um brinquedinho, no farol, a uma criança, que me sorriu e saiu contente!  

Uma criança que talvez esperasse um pouco mais de mim

e de todos os que passam por aquela esquina,

que passam pela sua vida e nem a notam, ou então sentem por ela medo ou dó.

Uma criança que talvez desejasse uma simples brincadeira de “passar o anel”,

para que ela pudesse fazer o seu pedido,

esperando que o seu desejo se realizasse.

Uma criança que talvez só desejasse um carinho de mãe ou de pai, ou do irmão,

que da mesma forma que ela tenha os mesmos desejos,

sem conseguir realizá-los.

Uma criança, como tantas outras, como os nossos filhos, que são só...

Crianças!

        



Escrito por Mauro Medeiros às 16h38
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Lá De Onde Eu Venho

 Lá de onde eu venho,

a gente tem esse jeito de falar manso,

de falar de amor,

de falar da paixão,

de falar da tristeza

que às vezes aperta e machuca o peito da gente.

 

Lá de onde eu venho,

a gente pisa na terra desde pequeno

e depois aprende com as mãos a lidar nela

plantando o que comer

e flores bonitas pra colher.

 

Lá de onde eu venho,

a gente faz poesia quando acorda para o dia

e na noite, observa a lua,

que lá de onde eu venho,

surge no céu, bonita,

clareando o vale que a minha gente habita.



Escrito por Mauro Medeiros às 16h20
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Days And Dark Nights

Sinto o manto negro que me cobre,

roça a minha pele, sufoca as minhas noites

deixando-me caído no chão

onde me arrasto entre os fios de cabelo que à poeira se misturam.

Trago a visão turva, o pensamento torpe, os gestos maliciosos

e um gosto de boca amarga que a mim as palavras devolvem,

gemo minhas dores, rio em meu desequilíbrio,

grito para que as paredes me ouçam

e expulsem-me por suas janelas.



Escrito por Mauro Medeiros às 15h47
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A Minha Flor

...Observo por um momento a flor

que antes, alheia aos meus olhares,

distante eu via,

agora próximo,

posso tocá-la,

colher dela o perfume, sentir de suas pétalas a suavidade,

trazê-la em meu jardim

que dela é feito.

Distante a flor aos meus olhares,

chama a minha atenção,

quando no céu observava a lua

que na noite brilha (pequena) lua minguante,

alegrando assim,

a flor (do meu jardim),

que guardo agora no peito

junto da lua pequena,

que por entre os dedos de Deus,

saía ela também para observar distante

a minha flor...

 

    



Escrito por Mauro Medeiros às 16h22
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Abrindo Espaços

Busco espaços onde possa me encontrar

Escrito por Mauro Medeiros às 13h50
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